
Um velho passeava entre as flores
do meu jardim.
Eu fiquei ali olhando, aturdida,
pois o velho a cada passo dado,
arrancava uma flor branca
e colocava no bolso.
Seus bolsos já estavam cheios
de flores brancas, e ele queria
colocar mais.
Eu me aproximei do velho e
perguntei o motivo
daquele desatino.
E ele me respondeu o seguinte:
- menina, eu guardo essas flores
brancas nos meus bolsos para
enfeitar os jardins da minha
alma, que é tão alva como
a neve.
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